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MEAL (Monitorização, Avaliação, Prestação de Contas e Aprendizagem)

Desenhamos um sistema de medição à medida da tua equipa, para que acompanhes menos coisas e as uses mais.

Num relance

O problema

Recolhes dados porque os financiadores pedem, mas eles não te ajudam a decidir nada. Os indicadores acumulam-se, as folhas de cálculo multiplicam-se e continuas sem conseguir dizer o que mudou para as pessoas que serves.

Prazo
Flexível. Depende da disponibilidade da tua equipa.
Formato
Workshops com a equipa dos programas.
Modalidade
À distância ou presencial.
Investimento
Mediante pedido.

Para quem é

  • Organizações que prestam contas a financiadores ou investidores e querem aprender com os seus próprios dados.

Para quem não é

  • Organizações que querem números que sustentem uma conclusão que já escreveram.

O que inclui

Entregáveis, consoante o que precisares

  • Uma teoria da mudança
  • Um quadro de indicadores
  • Ferramentas de recolha de dados
  • Uma rotina simples para rever resultados

Como começa

  1. Clarificamos a mudança que esperas e para quem.
  2. Escolhemos os indicadores e construímos as ferramentas.
  3. Testamo-las com a tua equipa.
  4. Revemos juntos os primeiros resultados e ajustamos.

Metodologias que podemos usar

Escolhemos a abordagem que se adequa ao teu programa, aos teus financiadores e à capacidade da tua equipa. Alguns exemplos:

  • Critérios de avaliação do CAD da OCDE

    Mapeia como as tuas atividades levam a resultados e os pressupostos pelo meio. Torna explícita a lógica do teu trabalho e mostra o que medir, por isso é um bom ponto de partida para um programa novo ou uma revisão, e costumam pedi-la financiadores e equipas de programas.

  • Teoria da Mudança

    Reúne metas, produtos, indicadores e riscos numa tabela que os financiadores reconhecem. É fácil de acompanhar e útil quando um financiador ou instituição pede um quadro de resultados padrão, como fazem muitas vezes financiadores públicos, agências de cooperação e ONG que candidatam a subvenções.

  • Gestão Baseada em Resultados (GBR)

    Uma abordagem de gestão que define os resultados esperados desde o início e usa os dados de acompanhamento para orientar decisões e reportar o progresso. Ajuda quando queres que a evidência guie o trabalho enquanto ele acontece, e não apenas no fim, e costumam esperá-la financiadores públicos, agências de cooperação e grandes ONG.

  • Quadro lógico

    Identifica resultados a posteriori, incluindo os inesperados, em vez de apenas verificar metas previstas. Funciona bem quando a mudança é complexa ou difícil de prever, ou quando o programa já decorreu, e costumam escolhê-la fundações, redes e organizações de advocacia.

  • Colheita de Resultados (Outcome Harvesting)

    Recolhe e discute histórias de participantes para descobrir o que foi mais importante para eles, algo que os números sozinhos não captam. Usa-a para complementar os dados ou aprender com os participantes de um programa; pedem-na organizações comunitárias e financiadores que querem a sua voz.

  • Mudança Mais Significativa

    Atribui valor aos resultados sociais em relação aos recursos investidos, o que ajuda a explicar a relação valor-custo. É útil quando precisas de comparar custos e benefícios ou defender um orçamento, e pedem-no investidores, entidades públicas e financiadores focados no retorno.

  • Retorno Social do Investimento (SROI)

    Testa em que medida o teu trabalho, e não outros fatores, contribuiu para uma mudança observável. É útil quando muitos atores trabalham na mesma questão e precisas de ser honesto sobre a tua parte, e pedem-na avaliadores, equipas de políticas e financiadores que perguntam pela atribuição.

  • Análise de contribuição

    Um conjunto partilhado de perguntas (relevância, coerência, eficácia, eficiência, impacto e sustentabilidade) que a maioria dos avaliadores e financiadores reconhece. Serve avaliações formais e financiadores que esperam um quadro reconhecido, como agências de cooperação, financiadores públicos e organizações internacionais.

  • IRIS+ e as Cinco Dimensões do Impacto

    Normas partilhadas para descrever e comparar impacto com investidores. Permitem-te reportar nos mesmos termos que eles usam, por isso ajudam ao reportar a investidores de impacto ou quando queres dados comparáveis, e pedem-nas investidores de impacto, fundos e as empresas que apoiam.

Workshops que já demos sobre este tema

  • Laboratório de Teoria da Mudança

    Mapeia a mudança que queres criar, para quem e os pressupostos que a sustentam. Transforma uma ideia vaga de impacto numa cadeia clara de atividades a resultados, para que toda a equipa trabalhe pela mesma mudança. Serve programas novos, propostas de financiamento e equipas que descrevem o seu impacto de formas diferentes, e costumam pedi-lo fundadores, responsáveis de programas e financiadores.

Ver todos os nossos workshops

Perguntas frequentes

Somos uma equipa pequena. O MEAL é demasiado para nós?

Não. Ajustamos o sistema à tua equipa, e alguns bons indicadores valem mais do que cinquenta que ninguém usa.

Precisamos de software especial?

Não. A maioria das equipas começa com formulários e folhas de cálculo que já tem.

Os nossos financiadores já nos deram indicadores. Começamos do zero?

Não. Partimos do que reportas agora, removemos duplicados e acrescentamos apenas o que te ajuda a decidir.

Podem avaliar um projeto específico?

Sim. As avaliações são definidas à parte.

Não sabes qual escolher? Lê mais sobre cada uma neste artigo: Metodologias MEAL comparadas: como funciona cada uma e quando escolhê-la Brevemente

Pronto para falar sobre o próximo passo?